Descubra o que é a comunicação não violenta e a sua importância
Você sabe o que é a comunicação não violenta? A gente aprendeu muito sobre esse conceito que ajuda a nos desenvolver, pessoal e profissionalmente, e ainda compartilhar tal técnica para promover todas as relações dentro de uma empresa.
Leia também: Diversidade = positividade
E, para isso, conversamos com a Nolah Lima, cofundadora do Instituto CNV Brasil — e especialista em comunicação não violenta — e com a Erika Moraes, Branch Manager da Robert Half de Minas Gerais.
Abaixo, a gente te conta tudo sobre esse papo incrível que vai ao ar, também, no podcast da Robert Half. Confira!
O que é a comunicação não violenta?
O conceito já vinha sendo debatido ao longo do século 20, mas a comunicação violenta realmente ganhou os holofotes no comecinho dos anos 2000 com o lançamento do livro homônimo, escrito por Marshall B. Rosenberg.
E qual é o alarde por trás disso? Nolah explica que, basicamente, a comunicação não violenta permite um olhar mais aprofundado para as nuances da nossa comunicação e intenções nas relações.
Com isso, evidencia o tipo de experiência que você está gerando para a outra pessoa — evitando as reações negativas, como culpa, medo e/ou vergonha, entre outras.
A cofundadora do CNV Brasil (Comunicação Não Violenta Brasil), inclusive, aponta que a configuração social dos dias atuais dificulta aquela forma convencional de interações. Daí, a necessidade de se preparar para agir conforme a orquestra regida neste mundo dinâmico e em que tudo é urgente.
No que consiste a comunicação não violenta?
“CNV não é forma, é um meio”. Com isso, Nolah ressalta que a importância dessa técnica reside na geração de conexões, na compreensão mútua, na empatia e na clareza e objetividade daquilo que você pretende transmitir.
Você também pode gostar de: Como melhorar a diversidade
Uma maneira de compreender o impacto disso no dia a dia pode ocorrer por meio da avaliação dos 4 componentes da CNV, que são:
- Observação. A análise de como você aborda, interage, racionaliza os sentimentos e se relaciona com os outros — focando mais na factualidade e imparcialidade das interações;
- Sentimentos. “Nossos sentimentos são mensageiros: dizem que tem algo acontecendo com você”. E sem processá-los, você pode explodir ou implodir, prejudicando as relações;
- Necessidades. São as motivações que nos levam a interagir com cada um;
- Pedidos. São, pontualmente, os meios usados para expressar as nossas necessidades. Uma forma de colaboração, portanto, e que pode estimular a comunicação não violenta para mais pessoas.
- Com isso, e um trabalho planejado e estratégico para envolver mais pessoas, fica fácil ter mais pessoas engajadas em disseminar a comunicação não violenta (dentro e fora da empresa).
Robert Half Talks
Lançado em outubro de 2021, o Robert Half Talks está disponível nas principais plataformas de áudio e agregadores de podcasts. Em um bate-papo inteligente e descontraído entre headhunters da companhia e grandes nomes do mercado, o Robert Half Talks será uma atração quinzenal, com o objetivo de levar aos ouvintes discussões relevantes sobre o futuro do trabalho e dicas de como se adaptar a um mundo em constante transformação.
Mais informações sobre o Robert Half Talks você confere em: Podcast: Robert Half Talks | Robert Hal